Sociedade de Estudos Extraterrestres

DEPOIMENTO HISTÓRICO

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Minha Trajetória na
Ufologia
por Eustáquio Anddréa Patounas (Grego)

"Portrait of Eustáquio A. Patounas" (Frater Velado's Art Gallery)

"Posteriormente, ao longo de minha vida de adulto, acessei que minha experiência e contatos com extraterrestres já vêm de outras vidas."

 

Certa noite do ano de 1961, eu, um menino com quase 10 anos de idade, não me recordo porquê, saí pela cozinha de nossa casa para ir até a edícula que ficava nos fundos.

Ao sair, já era noite escura e não muito tarde, senti um calor vindo acima de minha cabeça. Fui impelido a olhar para o alto, e deparei com uma imagem inesquecível: um objeto arredondado, com diversas luzes multicoloridas e parado sobre minha casa. Tinha o tamanho de uma pizza gigante (não sei precisar a que altitude ele estaria pois minha idade não permitia estes cálculos), e as luzes piscavam alternadamente.

Entusiasmado, voltei para dentro de casa e chamei por meus pais para que vissem o que eu estava vendo. Saímos novamente para o quintal e eles puderam testemunhar o belo objeto que lá continuava parado. Chamamos nossos vizinhos que também ficaram observando, e a seguir fomos todos para a rua para observar melhor.

O objeto permanecia girando sobre seu próprio eixo e assim permaneceu por longo tempo, até que começou a deslocar-se lentamente rumo ao Parque do Ibirapuera. Acompanhávamos eufóricos este deslocamento, quando de repente, o objeto fez três ou quatro zigue-zagues em velocidade indescritível e desapareceu como uma flecha no horizonte. Neste momento, havia pelo menos duas dezenas de testemunhas que ficaram boquiabertas com o fenômeno que acabavam de presenciar.

Este foi, aos 10 anos, meu primeiro avistamento consciente de um objeto voador não identificado. A partir desse dia então, nunca mais parei de pesquisar sobre o acontecido e ficava aquela impressão interior de que havia algo de comum e familiar em tudo aquilo. Eu sabia que era um disco voador! Não sei como, mas aquilo foi natural para mim.

Posteriormente, ao longo de minha vida de adulto, acessei que minha experiência e contatos com extraterrestres já vêm de outras vidas. Em algumas delas, desde criança, eu me assustava com a presença de seres que vinham ao meu encontro e me acalmavam dizendo que eu não os temesse. É uma espécie de sentimento familiar que pulsa em meu coração, e um amor indescritível por palavras que também sinto emanado por estes seres, seja lá quem forem.

Passados alguns anos, andando de bicicleta com um amigo no Parque do Ibirapuera em São Paulo, final de tarde, eis que elevamos nossos olhos e vemos dois objetos discóides, parecidos com dois pratos sobrepostos, pairando sobre uma estátua deste parque. Certificamo-nos de que não eram balões (sabíamos que não, pois éramos experts em fazer balões e soltá-los) e meu amigo assustou-se com a cena e desandou em fugir com a bicicleta. Em meio ao pânico dele, eu também fiz o mesmo e não pudemos ver o que aconteceu depois.

Neste tempo eu já começava a pedir a meu pai que recortasse notícias onde se falava de extraterrestres, discos voadores e coisas do gênero. Assistia a todos os filmes que faziam referência ao assunto repetidas vezes. Uma obsessão pelo tema começava a tomar conta de mim e perdura até hoje.

Na minha infância e adolescência sonhava constantemente com discos voadores e extraterrestres. Os seres que apareciam em meus sonhos eram iguais aos humanos. Conversávamos futilidades e eu perguntava sobre planetas, suas origens, seus costumes, tempo de viagem, sociedades, etc. Sempre me respondiam gentilmente mas eu sentia que as respostas eram segundo meu grau de compreensão da época. Sentia também que estes sonhos (vamos tratá-los assim, como sonhos), eram interrompidos após nossas conversas, ou seja, conversávamos sobre muitas coisas e depois eu não me lembrava de mais nada.

Quando eu ainda era muito jovem, por volta de 11 ou 12 anos de idade, apareceu em mim uma aversão indescritível por lagartixas. Um horror inexplicável, não sei se era medo, nojo, o corpo transparente ou gelado, ou fosse lá o que fosse. Onde havia uma lagartixa, lá estava eu a metros de distância, chegando a trancar-me no banheiro ou no quarto. Pesquisei posteriormente com meus pais e parentes para verificar se durante minha infância alguma coisa havia ocorrido envolvendo este pequeno sáurio, tal como ele cair sobre meu corpo, alguma brincadeira de mau gosto, etc. Nenhuma resposta que elucidasse esta aversão.

Um pouco mais tarde, já por volta dos 14 ou 15 anos, dezenas de vezes eu acordava durante a noite com o meu travesseiro empapado de sangue. Não me recordo de sonhos envolvendo alguma abdução ou algum implante nesta época, e minha mãe dizia que estes sangramentos eram em decorrência do forte sol na cabeça. Só que isso acontecia em dias nublados, chuvosos também! Não era em função de insolação, nem de traumatismos ou outros acidentes. Ocorria naturalmente, e curiosamente somente à noite, altas horas da madrugada.

Eu era inexperiente nesta área da Ufologia, e jamais poderia sequer conjecturar que algum extraterrestre estivesse enfiando algo em minhas narinas. Até hoje desconheço a verdadeira razão destes sangramentos que perduraram durante anos. Nem médicos constataram nada de irregular, apesar de nenhum deles haver feito ou solicitado uma radiografia da região paranasal. Como eu tenho nariz grande, creio que se os “aliens” implantavam algo, devem ter tido um enorme prejuízo, pois a matéria prima dos eventuais implantes em mim daria para uma dezena de abduzidos com nariz normal...

Éramos ortodoxos gregos, freqüentávamos nossa igreja da coletividade helênica paulistana e paralelamente, meus pais e eu, abríamos nossos horizontes para uma visão mais holística da vida. Meu pai, engenheiro agrônomo precoce (formou-se com apenas 21 anos de idade) interessava-se pela doutrina espírita, cosmologia, exobiologia e ciências afins. Jamais, em momento algum, tentou dirigir ou influenciar minha formação religiosa ou futuro profissional.

Tínhamos uma biblioteca muito rica em obras científicas, espíritas, espiritualistas e ufológicas. Meu pai conheceu pessoalmente Alberto San Martin, espanhol que teve uma experiência com um ser extraterrestre louro e que recebeu como presente uma pedra contendo estranhas inscrições, o que deu origem a um livro chamado “A Pedra do Espaço”. Creio ter sido esta a primeira obra que li a respeito de extraterrestres. Entusiasmado com a história passada na Espanha, guardava minha mesada para comprar outros livros de Ufologia, os quais eu devorava tamanho era meu interesse pelo assunto.

E assim foi toda a minha adolescência. Pouco aplicado aos estudos no colégio (fui expulso de todas as escolas nas quais estudei, sem exceção), sempre assumi  minha condição de estudioso de discos voadores e extraterrestres, fazendo centenas de vigílias sozinho e acompanhado, recortando jornais, submetendo-me às gozações de amigos, perguntando para as pessoas se já haviam visto alguma coisa e colhendo depoimentos incríveis e que jamais foram publicados em lugar nenhum deste planeta.

Todas as histórias e fatos que eu ouvi em minha vida, eu sempre registrei na memória, e posso dizer que se fossem escritos ou transcritos, dariam centenas de livros. Mas esta era a minha caminhada. O que eu ouvi e presenciei era para mim. Se fosse para publicar eu o teria feito, mas também estaria fazendo o que a maioria faz: contar a história dos outros, para outros. Meus amigos extraterrestres já me disseram que somente podemos ensinar aos outros aquilo que nós próprios já vivenciamos. Não adianta contar ou ensinar o que você não experienciou ou aprendeu numa experiência pessoal, principalmente na área da evolução e transformação humana.

Eu havia constituído um acervo muito grande sobre Ufologia e fazia meus estudos e pesquisas independentes. Era uma busca pessoal. Não participava de grupos de estudos e limitava-me a absorver os conhecimentos auto-adquiridos. Já nesta época, ortodoxia, espiritualismo, espiritismo e exobiologia se misturavam em meu ser. Minha sede de conhecimento excedia os dogmas ou preconceitos. Eu era um jovem que além das delícias que a idade proporcionava, aliava minha rebeldia à frenética busca de algo que estava enraizado no meu ser.

Recordo-me como se fosse hoje, quando descobri que existia uma entidade que estudava Ufologia. Chamava-se APEX – Associação de Pesquisas Exológicas, e estava instalada em uma agradável e espaçosa casa no bairro da Lapa em São Paulo.

 Presidida pelo Dr. Max Berezowsky, médico, foi com uma emoção e alegria indescritíveis que comecei a freqüentar as reuniões aos sábados. Dr. Max era um estudioso que confessava nunca haver visto nada apesar das constantes vigílias, além de estudar experimentos com plantas (media a sensibilidade delas).

O grupo era formado por muita gente capacitada, idônea e competente, equipado com filmadora, binóculos e uma vontade ferrenha de pesquisa do fenômeno. As paredes da APEX eram repletas de quadros referentes a discos voadores, e as reuniões transcorriam animadamente nas tardes de sábado. Não me recordo por quanto tempo durou esta alegria, mas as dificuldades financeiras da época fizeram com que tivéssemos que deixar aquele imóvel, o que ocasionou posteriormente a extinção da APEX, pelo menos em nível de associados.

Através desta inesquecível entidade, pude participar do Congresso promovido no Teatro Cultura Artística em São Paulo, no ano de 1979, onde tive a grande honra de conhecer, conviver e conversar com os saudosos General Uchôa e Joseph Allen Hynek, além de outras expressões da época como o Prof. Flávio Augusto Pereira. Foi um evento inesquecível que antecedeu ao Congresso Internacional de Brasília.

A partir daí comecei a manter contato com outros pesquisadores, trocando conhecimentos e experiências, mas ainda a nível muito reservado. A frustração pela extinção da APEX ainda mexia muito comigo.

Passei 34 anos de militância na Ufologia em completo ostracismo. Não escrevia para revistas, jornais ou similares e procurava entender, aprender e pesquisar sozinho. Durante toda a minha juventude eu fui impelido a escrever. Frases começavam a martelar minha cabeça, e embora eu me esforçasse para que a continuidade fosse dada, nada ocorria até que eu me sentasse em algum lugar tranqüilo e começasse a escrever aquelas “palavras sem som”. Era assim que eu era avisado quando tinha que escrever algo. A primeira frase era repetida centenas de vezes, quase me deixando louco, até que eu começasse a escrever. Assim que eu iniciava este processo, as mensagens vinham em sua íntegra, e eu me emocionava, às vezes chorava e não acreditava que eu as havia escrito.

 
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